Cientistas descobrem Bactéria que produz Ouro

Cientistas descobrem Bactéria que produz Ouro

Cientistas da Universidade de Michigan descobriram uma bactéria capaz de produzir ouro 24 quilates. A bactéria teve 99,9% de eficácia ao processar cloreto de ouro e gás natural em ouro puro. Segundo os responsáveis pelo projeto, Kazem Kashefi e Adam Brown, o trabalho seria uma “alquimia microbiana”. Foi preciso encubar a Cupriavidus metallidurans por aproximadamente uma semana  para transformar o produto tóxico. A bactéria precisa ficar o tempo inteiro exposta ao cloreto de ouro para conseguir produzir o elemento. Os cientistas também perceberam que a bactéria é cerca de 25 vezes mais resistente aos ambientes tóxicos do que se imaginava. O site Ubergizmo lembra que a Cupriavidus metallidurans foi descoberta em 1976 em uma fábrica de processamento de metal. Os pesquisadores lembram que o cloreto de ouro é mais barato do que o ouro, mas os custos do processo de produção não resultariam em uma margem de lucro tão alta. Fonte:...
O que é Biofilme?

O que é Biofilme?

Tecnicamente, biofilmes são uma conglomeração de bactérias, fungos, algas, protozoários, resíduos ou produtos de corrosão aderidos em uma matriz auto-produzida e secretada de Substâncias Poliméricas Extracelulares (SPE). A SPE pode ser composta de polissacarídeos, proteínas, ácidos nucléicos e lipídeos. Essencialmente, um biofilme pode se formar quando bactérias aderem a superfícies em ambientes aquosos e começam a excretar SPE, uma substância pegajosa e grudenta que pode ancorá-las a todos os tipos de materiais, tais como metais, plásticos, partículas de solo, materiais de implantes médicos e tecidos. Uma vez ancoradas a uma superfície, os microrganismos do biofilme carregam uma variedade de reações prejudiciais ou benéficas (para os padrões humanos), dependendo das condições ambientais circundantes. Um exemplo de reação benéfica é a aplicação de biofilme para degradar cloreto de vinila, um solvente tóxico que pode contaminar o lençol freático e colocar em risco os recursos de água potável. O biofilme funciona como uma barreira hidratada protetora entre as células bacterianas e seu ambiente. Ele facilita a sobrevivência sob condições adversas e insultos ambientais tais como radiação ultravioleta, estresses físico-químicos, dessecação e suprimento insuficiente de recursos nutritivos. Por estas razões, na natureza a maioria dos micróbios vive como comunidades em biofilmes. Por outro lado, uma vez que as bactérias em biofilmes são mais resistentes a antibióticos, a formação de biofilmes em dispositivos médicos invasivos e tecidos danificados, tais como cateteres, articulações prostéticas e válvulas cardíacas é uma constante preocupação médica. Para a indústria, os biofilmes custam bilhões de dólares por ano em equipamentos danificados, contaminação de produtos e perdas energéticas. O fenômeno do biofilme impacta uma ampla gama de indústrias, incluindo a indústria...
Nem tão pura assim

Nem tão pura assim

Pesquisadora da Fiocruz encontra bactéria causadora de graves infecções em garrafas e galões de água mineral. A falta de limpeza adequada dos recipientes pode ser a causa da contaminação. Por: Sofia Moutinho A água contaminada é uma das principais causas de doença em países menos desenvolvidos. Por isso, todo cuidado é pouco quando se trata da ingestão desse líquido. Nem mesmo a água mineral está livre de perigo. Uma pesquisa do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) descobriu um alto índice de contaminação pela bactéria Pseudomonas aeruginosa em galões e garrafas de água vendidos no Brasil. A P. aeruginosa, vulgarmente conhecida como bactéria de nadador, causa infecções urinárias, sanguíneas e respiratórias e pode levar à morte, principalmente pessoas com imunidade baixa. Atualmente, essa bactéria é a terceira maior responsável por infecções hospitalares no Brasil. Entre os galões, 40% estavam contaminados com a bactéria contra apenas 2% das amostras das garrafas. A pesquisa analisou 100 galões retornáveis de 20 litros, 50 garrafas de 1,5 litro e 50 de 500 ml de água mineral. Entre os galões, 40% estavam contaminados com a bactéria contra apenas 2% das amostras das garrafas. A nutricionista responsável pelo estudo, Samara Custódio Bernardo, explica que essa discrepância se deve ao fato de os galões serem mal higienizados antes de receberem a água mineral nas distribuidoras e fábricas. Segundo a pesquisadora, as bactérias P. aeruginosa têm alta capacidade de se unirem umas às outras e formarem uma espécie de lodo, chamado biofilme. “Essa película protege as bactérias e as ajuda a crescer e aderir à superfície dos galões, quando...
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